terça-feira, 10 de novembro de 2009

Porque muitos não conseguem alcançar o que desejam?

As pessoas sempre encontram uma maneira de conseguir o que querem quando sentem que é uma OBRIGAÇÃO ou um DEVER ter alguma coisa realizada.

O padrão mais comum de sobrevivência humana é fazer dinheiro suficiente para pagar as contas no fim do mês. E é isso o que a maioria sempre faz, não importa o nível da situação financeira. O importante é que sempre encontram uma maneira de pagar as contas, de uma forma ou de outra, mês após mês, ano após ano, não é mesmo? Já conheceu alguém assim na sua vida?

Existe também o padrão de outras pessoas que é pagar a maioria das contas, e é isso o que fazem, pagam a maior parte delas. Não importa se a inflação está acima ou abaixo, vão pagar a maior parte das contas, vivendo pendurados no débito constante.

Já o padrão de outras pessoas é pagar todas as contas e ter um pouco a mais para viajarem com a família. Você sabe o que acontece? Acabam conseguindo sempre fazer isso!

No entanto, mesmo aqueles que não têm uma situação financeira abundante e sólida, se a mãe ou o pai ficar doente e ninguém da família tiver dinheiro para pagar a conta do hospital, pode ficar certo que o dinheiro aparecerá. Mesmo achando que não tinham condições, conseguem o dinheiro. Por quê? Porque é um DEVER PARA ELES, É UMA OBRIGAÇÃO!

Conclusão: Em geral, as pessoas ainda não descobriram que são capazes de conseguir TUDO o que desejam, simplesmente, porque o que querem NÃO é uma obrigação para elas.

Donald Trump é um bom exemplo neste assunto. Perdeu 3 bilhões e voltou ainda mais forte. Por que você acha que ele voltou? Porque para ele era um DEVER absoluto, UMA OBRIGAÇÃO!

Ele não podia viver quebrado e duro para sempre, isso não faz parte de sua identidade. Por isso o exemplo dele é uma boa metáfora para uma pessoa que sempre irá encontrar UM CAMINHO para conseguir o que se quer.

Nós sempre encontraremos um caminho, enquanto nosso padrão for ALCANÇAR ALGO que queremos como uma OBRIGAÇÃO ou um DEVER.

Outro exemplo é em relação ao nosso corpo. Se alguém encontrar tempo de ir todos os dias à academia ou correr no parque, é porque esse é o seu padrão, está de acordo com sua identidade, é uma obrigação para essa pessoa.

Quantos de vocês fazem exercícios todos os dias? E quantos de vocês pensam que um dia irão fazer?

A única maneira de você mudar sua vida para melhor é mudar seu padrão de pensamento, focar no seu potencial, no sentimento de OBRIGAÇÃO e DEVER em conseguir o que quer, custe o que custar, afinal de contas, VOCÊ PODE!

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Alcançando maturidade...

Quanto tempo leva pra que cheguemos a um nível de maturidade satisfatório onde saibamos nos relacionar com as pessoas e resolver os problemas que comumente nos cercam?

Considero normal você conhecer uma pessoa jovem (eu poderia usar a palavra adolescente) que ainda não sabe tomar decisões ou resolver problemas e dificuldades impostas pela vida. Afinal, aprendemos com as situações à maneira com a qual elas acontecem nas nossas vidas, mas vejo que algumas pessoas bem vividas e bem provadas pelas experiências amargas da vida não têm maturidade e sabedoria para administrar suas vidas. Falta maturidade para administrar seus sonhos, suas famílias, seus dons, seus talentos; falta maturidade para saber se relacionar com outras pessoas, para saber educar os filhos, para saber ser um bom profissional. Por que isso acontece?

Isso me fez lembrar um casal que mudou para uma bela casa. Esta casa dava de frente para a casa de uma vizinha. Certa vez esse casal estava tomando café da manhã. Ao olhar pela janela, a esposa viu que a vizinha estendia lençóis no varal e fez o seguinte comentário:

- Olha só! Será que essa mulher não aprendeu a lavar roupa. Os lençóis que ela está estendendo estão encardidos!

Num outro dia, quando eles tomavam café da manhã, mais uma vez a mesma cena, e mais uma vez ela fez seu comentário:

- Meu Deus! Alguém tem que ensinar essa mulher a lavar roupa ou ver que marca de sabão em pó ela está usando. Que lençóis sujos!

Algum tempo depois aquela esposa teve uma surpresa. Olhou pela janela, viu que os lençóis estavam brancos. Então exclamou:

- Até que enfim! Alguém ensinou ela a lavar roupa! Mas o marido dela a interrompeu e disse:

- Não querida. Eu levantei mais cedo esta manhã e lavei nossas vidraças!

A questão da falta de sabedoria e maturidade passa pelo exemplo acima. Enxergamos demais o que – na nossa opinião – está errado nos outros e esquecemos de olhar pra nós mesmos e humildemente reconhecer que estamos errados. Ficamos praticamente cegos para os nossos defeitos.

Lembro-me de uma pessoa que estava morando com a cunhada. Certa vez a cunhada saiu e não chegou a tempo pra fazer o almoço. Essa amiga ligou para uma outra amiga e disse:

- Você acredita que eu estou sem comer até agora e já são três horas da tarde, porque a fulana ainda não chegou para fazer o almoço?

A amiga respondeu:

- E o que você estava fazendo que não fez o almoço pra você? Você vai ficar aí morrendo de fome se ela não chegar?

A maturidade quase sempre reflete uma dificuldade de tomarmos uma atitude, um posicionamento. Nos homens isso pode ser chamado de "crise de hombridade". Quantos pais de família conhecemos que não assumem seus papéis na construção de seus casamentos, criação de seus filhos e na sua vida profissional?

A falta de maturidade também se reflete no fato de que algumas pessoas ficaram viciadas em justificar sua falta de posicionamento, ou o seu não crescimento, terceirizando o seu problema, ou seja, a culpa é sempre de alguém. Isso acontece comumente nos casamentos.

Trazendo isso para o nosso relacionamento com Deus, algumas pessoas insistem em agir como meninos na fé. Insistem em não crescer espiritualmente. E o crescer espiritualmente não tem nada a ver com saber demais a Bíblia ou estar a bastante tempo frequentando uma Igreja. A maturidade espiritual é alcançada quando nos deixamos ser transformados segundo o caráter de Deus.

"Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino."(I Coríntios 13.11)
A Bíblia nos ensina a alcançar maturidade no casamento (Ef. 5.22-33,1 Pe. 3.1-7, 1 Co. 7.1-5, Cl. 3.19, Ef. 4.26, Pv. 5.18-19); na criação dos filhos (Pv. 22.6, Dt. 6.6-7, Cl. 3.21, Pv. 31.26, Ef. 6.4, Ef. 6.1); na vida profissional (Tt. 2.9-10, Cl. 3-23, 1 Tm. 5.8) e em todas as áreas das nossas vidas.

Querido(a) internauta, como a própria Bíblia diz: “Se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor é quem dá sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.” (Pv. 2.4-6)

Busque a sabedoria de Deus e você verá a Sua benção em todas as áreas da sua vida. Lembre-se: Quando buscamos o que desejamos sem maturidade para isso, quase sempre nos machucamos e, às vezes, machucamos outras pessoas também. Quando buscamos maturidade e sabedoria de Deus, com a sabedoria que Ele nos dá, conseguimos alcançar nossos objetivos sem nos machucar e sem ferir ninguém. Pense bem nisto!

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Se eu sei o que devo fazer... Por que não faço?

Muitas vezes em nossas vidas sabemos exatamente como deveríamos agir ou nos comportar, e ainda assim nos sentimos incapazes de fazer o que deve ser feito.

Como se fios invisíveis nos amarrassem e aprisionassem, limitando nossos movimentos, só nos resta a sensação de impotência, um gosto amargo de frustração e a repetição de cenas já conhecidas que nos impedem de ir em direção à felicidade.

Como se fôssemos prisioneiros de nós mesmos, ficamos lá, paralisados, embora tudo em nós grite:

- Mova-se!

Quem já se sentiu assim sabe o quanto é difícil.

- Se sabemos que devemos nos mover, por que não seguimos adiante?

É a pergunta que não nos deixa dormir em paz.

É claro que se fôssemos seres puramente racionais, nada disso aconteceria. É facil resolver as coisas no campo da teoria e daquilo que é meramente racional:

- Esse relacionamento lhe faz mal? Então deixe-o e busque algo mais saudável... Parece simples não?

Mas o fato é que não somos só uma cabeça que pensa e analisa. Somos também seres emocionais, como se dentro de nós existisse um lago feito das mais diversas emoções. A nossa cabeça pensante é como uma pedra lá no meio do lago, muitas vezes parcialmente submersa, outras vezes totalmente coberta pelas emoções, a ponto de nem mesmo conseguirmos enxergá-la.

Lago das emoções

O lago das emoções começa a surgir muito cedo na vida, a partir de nossas primeiras interações com o mundo que nos cerca. Esse lago é formado por tudo o que sentimos, desde a infância até hoje. Assim, diferentemente do lado racional que se baseia em analisar a compreensão dos fatos, num entendimento lógico do mundo; o nosso lado emocional é feito de uma mistura confusa de sentimentos. Lá no seu lago está o que você sentiu quando alguém brigou com você pela primeira vez na vida, está o seu medo do escuro, a raiva do coleguinha que grudou chiclete no seu cabelo, a tristeza que sentiu quando seu gatinho morreu, a alegria de andar na sua bicicleta nova e tantos outros sentimentos. A partir desses sentimentos, sem se dar conta, você foi aprendendo a reagir ao mundo.

O saudável seria que razão e emoção conversassem entre si e que ambas tivessem espaço em nossas vidas, em nossas decisões. Mas se o lago transborda, se a sua razão se torna uma pedra submersa, lá no fundo, tão no fundo que você mal consegue ver... então a emoção se tornará a condutora de sua vida. E a sua emoção irá sempre pelo caminho já demarcado anteriormente. Como um rio, que segue sempre pelo leito escavado na terra, a água flui por onde já passou muitas vezes, instituindo a repetição como regra em nossas vidas. E assim ficamos lá, repetindo, repetindo, repetindo.

Para que você entenda de forma prática, imagine que quando criança você sempre tenha se sentido menosprezado por seus coleguinhas na escola. Você aprendeu lá atrás a sentir-se frágil, pequeno, indefeso e inferior. A sua emoção continuará fazendo com que você se "sinta" assim. Mesmo que hoje você tenha crescido, se tornado muito forte, capaz e mais poderoso do que qualquer um de seus ex-coleguinhas; se você se deixar guiar pela emoção, talvez evite entrar em situações de confronto, esperando perder, como acontecia no passado.

MEDO (BASEADO EM EXPERIÊNCIAS PASSADAS) + GENERALIZAÇÃO = PARALISIA

Em geral ficamos paralisados porque somos prisioneiros de um passado, de uma visão distorcida de nós mesmos que nega a verdade de nosso ser.

Ficamos paralisados porque sentimos medo. Pense por um instante:

- O que você teme?

Fora alguns medos que são inatos (presentes desde o nosso nascimento e que tem a função de preservar a nossa integridade física), a maioria de nossos medos relaciona-se às nossas experiências passadas (por exemplo, um dia você foi rejeitado ao tentar brincar com um grupo de coleguinhas, e a partir daí se retraiu e passou a temer se expor em relações sociais).

Nossas emoções tendem a generalizar indevidamente as experiências que vivemos. Assim, o medo somado às generalizações acabam nos aprisionando.

- "Um dia foi assim , logo... acontecerá assim novamente!"

Para sair dessa prisão precisamos correr o risco de testar a vida novamente. Precisamos perceber quando estamos tendendo a simplesmente "reagir" ao mundo, de acordo com uma emoção condicionada. Precisamos pensar, usar a razão para reavaliar a situação e correr o risco baseados na pessoa que somos HOJE, checar, acreditar que agora pode ser diferente do que foi lá atrás. Precisamos usar uma fé inteligente, racional!

É o seu racional que pode lhe ajudar a enxergar quem você é hoje. O seu racional poderá lhe fazer raciocinar, perceber que hoje você é um adulto bem diferente daquela criança que foi. O seu racional pode lhe mostrar fatos que comprovem sua capacidade e pode instigar você a testar o mundo com base no presente, e não no passado.

Assim, se você se encontra paralisado em alguma situação da sua vida, faça uma lista prática de todos os medos que consegue associar a essa questão, e depois, racionalmente, perceba se existem experiências passadas associadas a eles. Avalie se esses medos são reais ou são generalizações de experiências passadas. E enfrente-os! Comece pelos mais fáceis, até que vá se sentindo mais seguro e confiante.

Você é capaz de mudar sua vida. Não desista. Mova-se! Só depende de você!

Fonte adaptada: Patricia Gebrim (Psicóloga)

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Não tente - Faça!

Você encontrou um velho conhecido na rua, conversou meio sem jeito sobre o que aconteceu nesses últimos anos e, antes de cada um seguir o seu caminho, um diz: “Algum dia precisamos tentar nos encontrar!”

Ou então você pede para alguém lhe fazer um favor e ele responde: “OK, vou tentar fazer.”

Agora imagine que eu diga para você: “Eu quero que você tente tocar a ponta do seu nariz com seu dedo indicador.” Provavelmente você vai achar que é um pedido estranho, desde que você não tenha nenhuma incapacidade. É fácil fazer, não corre o risco de fracassar, então por que usar “tentar”?

Entretanto se eu pedir: “Tente tocar o teto,” isto soa e parece mais sensato, porque não há certeza de que você consiga tocar o teto – a maioria dos tetos são muito altos.

O que resulta de todos esses exemplos?

Que nós usamos a palavra TENTAR quando presumimos ou assumimos um fracasso!

“Nós precisamos tentar nos reunir algum dia” significa algo como “Eu acho que tenho que me livrar de você e não tenho a proposição de lhe dizer que espero não enxergar você de novo!"

“Eu vou tentar fazer isto" significa que “Eu não vou dizer que eu não consigo ou não vou fazer – mas não tranque sua respiração esperando que eu faça isto!"

Mas é apenas uma figura de retórica

Talvez. Mas figuras de retórica muitas vezes dão pistas muito sólidas sobre o que está acontecendo na prática. Elas podem ser uma forma de externar as emoções ocultas. Especialmente se você as ouve atentamente e as aceita literalmente.

Palavras como “tentar" indicam o que você realmente está pensando – e, que talvez, não queira admitir nem para você mesmo.

As palavras que você usa sub-vocalmente no seu diálogo interno afetam o seu humor. E as palavras que você usa em voz alta afetam tanto o seu próprio humor e o das outras pessoas.

“Tentar" cria dúvida – na sua própria mente e na dos outros – e sugere que é improvável você ser bem-sucedido.

Substitua “tentar" por “querer"

Use-o por uns tempos e decida se isso faz diferença em como você se sente e como as pessoas lhe respondem.

Ao invés de:

“Eu preciso tentar começar a me exercitar"

“Eu vou tentar parar de fumar"

“Eu vou tentar comer coisas mais saudáveis"

“Eu vou tentar ser mais amável com as pessoas"

Use “Eu QUERO começar a me exercitar, etc."

E se eu não estiver seguro de que serei bem sucedido?

Não há problema. Você não tem que ter certeza de que será bem-sucedido antes de começar alguma coisa.

Simplesmente FAÇA!

Está tudo certo se você “fracassar".

"Tentar" é uma maneira de nos proteger contra as sensações desagradáveis que nós associamos com o fracasso... "Mas eu não disse que faria! Eu só disse que eu ia tentar!"

Tome a decisão de que é certo não conseguir tudo correto todas as vezes e você se sentirá muito melhor dizendo “eu quero..."

O outro lado dessa moeda é que se você não disser “eu quero..," você não está inteiramente comprometido. Você estará dando a si mesmo a condição da fuga – só por precaução.

Comprometa-se inteiramente

Comprometa-se inteiramente – ou então nem se dê ao trabalho. Se não se comprometer inteiramente, você estará enganando a si mesmo. Você estará fingindo que vai dar o seu maior empenho para fazer algo quando, de fato, você está se preparando para fracassar e com o seu álibi de fracasso já pronto.

Quando você se compromete inteiramente, você está se fortalecendo com a crença de que será bem-sucedido – faça isso e você já estará na metade do caminho antes mesmo de começar.

Fonte: Reg Connolly

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Aprenda a lidar com os fracassos...

Você só irá crescer quando passar pelas grandes dificuldades que a vida colocará a sua frente. Quem não passar por lutas e experimentar alguns fracassos, permanecerá sempre do mesmo jeito, durante uma vida inteira.

Tenha bem clara a diferença entre fracassar em um projeto e fracassar na vida. Perder uma venda é uma coisa; ser um fracasso nos negócios é completamente diferente. Quantas pessoas você conhece e que já passaram por várias dificuldades em seu caminho para chegar ao sucesso. Veja alguns exemplos:

Thomas Edison: Fez mais de 1.000 tentativas até descobrir a lâmpada: e hoje não nos imaginamos sem ela.

Michael Jordan: Errou mais de 9.000 arremessos e perdeu mais de 300 jogos: e se tornou o maior jogador de basquete dos últimos tempos.

Rubinho Barrichello: Precisou de 123 corridas até conquistar a sua 1ª vitória na Fórmula 1: o Rubinho é um exemplo de determinação e persistência.

O seu sucesso é resultado de várias tentativas. Muitas vezes pensamos que fracassos não combinam com sonhos. Mas é aí, exatamente aí que você irá se aperfeiçoar. Mantenha-se firme no seu ideal e tenha certeza de que após algumas derrotas, virão grandes conquistas.

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